Texto cruel demais para menores de 18.
E se eu lhe contasse que no fim deste texto você descobrirá o grande mistério que fui entender só depois de 45 anos… é muito tempo, e agora você saberá antes de todo mundo.
Aproveite. Pois você está prestes a saber do muito vivendo da metade.
Ouça bem: o mundo que encontramos ao nascer é incrivelmente complexo. Novidade? Não. E sim, pode ser brutal e cruel, mas também é repleto de uma beleza quase divina. Contraditório? Um pouco. Mas isso acontece para nos dizer que o sentido da vida não é algo que nos é dado de mão beijada; depende diretamente da nossa perspectiva.
Veja só, a vida é uma mistura constante de coisas boas e ruins. Como você lida com essa dualidade revela exatamente quem você é. Por vezes, a vida te desafia de maneiras que parecem injustas, mas é justamente aí que você aprende sobre força e outros aprendizados nascentes dessa dureza.
A vida é aquele maldito dentista que nos cutuca com a espatula o dente carreado. Mas não se esqueça: mesmo quando tudo parece desmoronar, há beleza e alegria para se valorizar.
– A beleza salvará o mundo, disse Dostoiévski.
Encontrar sentido na vida não acontece da noite para o dia. É um processo contínuo, que exige que você enfrente desafios e aproveite os bons momentos. Leia essa frase como se estivesse dentro duma caverna ecoante: "Não há como criar experiências, é preciso passar por elas." Releia se possível. Cada um de nós tem o poder de dar sua própria interpretação à vida. É essa interpretação que molda seu propósito.
Então, preste atenção: tanto o caos quanto a beleza são partes essenciais deste roteiro chamado vida. O sentido da vida é algo que você constrói ao longo do caminho, baseado nas suas escolhas e na maneira como você reage aos desafios que encontra. Agora, agarre essa ideia e viva com intenção.


👏👏👏
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